As ervas utilizadas e as iniciações junto aos locais
vibrados da Natureza da Terra têm por finalidade a renovação energética, o alinhamento
dos chacras e a adequação do fluxo vibratório destes, nos diversos corpos sutis
aos chacras dos Guias e Protetores de casa médium, que também os possuem, tanto
no corpo astral quanto nos seus corpos mentais.
Evidencie-se que há uma espécie de junções nestes
vórtices vibratórios, entre dimensões de frequências diferentes, o que requer
imenso rebaixamento das entidades comunicantes, exigindo da parte dos
encarnados elevação moral e harmonia como maneira de aumentar o tônus vibratório
a ponto dos chacras se encaixarem.
Os chamados “amacis” nada mais são do que o uso de ervas,
em que princípios astral magnético que as influenciam e que as ligam vibratoriamente
com as energias dos quatro elementos
planetários, do ar, da terra, do fogo e da água, são adotados para a
complementação energética dos médiuns.
Não são qualquer ervas, usadas aleatoriamente. Quando
assim ocorrem, prepondera somente a boa vontade dos diretores e a autossugestão
do médium, como uma espécie de placebo medicamentoso. Efetivamente, os
princípios químicos em regência vibratória astrológica, afim não são liberados
adequadamente, tornando-se inócuos nestes casos os “amacis”.
É fundamental que as ervas estejam alinhadas
vibratoriamente com a astrologia e com os Orixás que influenciam os médiuns,
para o efeito de se fortalecer a ligadura através dos chacras durante as
manifestações dos Guias e Protetores.
Claro está que a ancestralidade e a própria
sensibilização do corpo astral do médium pelos técnicos siderais antes de reencarnar
são fundamentais para o sucesso das lides medianímicas no seio da Umbanda, que
vai além do intercâmbio meramente mental, só pelo pensamento.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMuito bom.
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