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Obsessão: As novas técnicas das Trevas e as formas de combatê-las (Parte I)


Sabidamente um dos principais e mais comuns problemas nos dias de hoje é a obsessão e como tudo na vida evolui, os métodos obsessivos também evoluem. Para tecer um panorama amplo sobre o tema, assim como explicar um pouco na prática como a Apometria atua nesses casos, encontrei uma brilhante explanação contida no livro “A Marca da Besta”, capítulo 7, do médium Robson Pinheiro, publicação da editora Casa dos Espíritos entre as páginas 371 a 376, obra que indico sobretudo aos trabalhadores que militam na desobsessão, tanto na Apometria como também na Umbanda e no Espiritismo:


“–Quando os malfeitores astrais se utilizam de tecnologia para roubar energias de seus alvos ou vítimas, com que propósito eles as usam? Isto é, por qual razão, já que podem fazê-lo apenas sugando-as mental e fluidicamente?
Mais uma vez Pai João parecia satisfeito com a pergunta de seu interlocutor que demonstrava sensível interesse no assunto.
– Sabe, meu filho, conforme disse certa vez um dos Imortais, as trevas estão cada vez mais se especializando e atualizando seus métodos de abordagem nos complexos mecanismos das obsessões. Considerando essa modernização por parte dos habitantes do mundo oculto, até mesmo as obsessões mais simples são levadas a efeito com algum requinte ou inovação por parte de entidades mais inteligentes. Quando vemos o emprego de tecnologia astral ou extrafísica, especialmente nas ações de vampirismo, esses engenhos eletrônicos e tecnológicos desenvolvidos nas regiões do astral inferior, de modo geral, têm como finalidade interferir no sistema nervoso das vítimas, na área da sensibilidade, visando favorecer o roubo de vitalidade ou ectoplasma. Os centros nervosos atingidos e manipulados com os artefatos tecnológicos permanecem sofrendo influência depois de efetuado o roubo. Ou seja, mesmo com o afastamento do obsessor, as funções neurológicas dos humanos vitimados continuam prejudicadas. Dessa forma, mesmo que alguns processos obsessivos tenham sido solucionados em reuniões mediúnicas, não significa que a pessoa-alvo saia ilesa da ação levada a cabo pelo espírito das sombras. Em casos graves ou que requereram longo tempo para resolução, chegamos a observar paralisias progressivas, tiques nervosos mais ou menos permanentes, atrofias e hemiplegias, além de outras síndromes dolorosas, que permanecem ocorrendo mesmo depois de afastado o obsessor que usou do requintado método de vampirismo com sua vítima. Reiteramos: nem sempre os efeitos cessam imediatamente após ser abordado o autor espiritual do processo obsessivo. Eis como se faz sentir a crueldade do vampiro. Ele não se contenta em roubar energias e ectoplasma de seu alvo, da criatura humana que ele vampiriza; além disso promove um desequilíbrio mais profundo na estrutura emocional, mental e nervosa da pessoa.
– Então, mesmo depois de ser atendida numa reunião mediúnica especializada no trato com obsessões complexas, a pessoa pode continuar sentindo intensamente os males suscitados como efeito desses aparelhos e da ação do antigo verdugo?
– Perfeitamente – tornou Pai João. – E, muitas vezes, esses aparelhos são retirados, mas não integralmente. Vocês puderam observar como o desenvolvimento da nanotecnologia astral está a anos-luz de distância da mesma especialidade no mundo físico. Muitos artefatos, embora bizarros em sua estrutura etérica-astral, agem mesmo depois de desligados, porque restam elementos que desencadeiam perturbações na delicada estrutura nervosa das pessoas. Como nossos companheiros encarnados, em sua grande maioria, não têm formação científica,  tampouco dominam tecnologia ou detêm informações minuciosas a respeito, acham que basta remover o aparato e os sintomas cessarão. No entanto, menosprezam a engenhosidade desses equipamentos, que, uma vez implantados pelos vampiros de energias, liberam outras centenas ou milhares de aparelhículos, que passam a ter uma existência parasitária, ligando-se às células nervosas, às sinapses, às células sanguíneas e a outros alvos, cuja estrutura os encarnados que trabalham em reuniões mediúnicas raramente conhecem.
– Então é até certo ponto inócua, ou ao menos ineficaz, fazer apenas uma abordagem do caso, ainda que em uma reunião mediúnica especializada, sem acompanhamento do indivíduo, como ocorre em diversas reuniões em que se utilizam técnicas consideradas avançadas? Haveria algo mais a ser feito para liberar as vítimas da ação nefasta dessas engenhosidades?
– Claro que existem recursos muito eficazes. Porém, grande parte, se não a maioria das pessoas que emprega apometria, acredita que somente o estalar de dedos e a ação pontual deste ou daquele grupo de médiuns basta para livrar o consulente dos efeitos perturbadores do vampirismo ou de outro tipo complexo de obsessão. Em tese, meu filho – continuou o pai-velho – fazer desobsessão por correntes magnéticas, por apometria ou qualquer outro método só adianta se vier acompanhada de uma abordagem mais intensa através do magnetismo. Ainda se deve levar em conta a necessidade de que as pessoas que pretendem fazer desobsessão tenham ascendência moral sobre os espíritos a serem tratados. A pessoa que passa por um tratamento através das técnicas da apometria, mesmo bem orientada e realizada por pessoa idônea, precisa se submeter a um tratamento com passes magnéticos. Aí sim, haverá sucesso, pois os passes agirão na intimidade das células nervosas, no sistema linfático e até mesmo a nível subatômico. Na mão de pessoas que conhecem o processo, que estejam sintonizadas com os Imortais pelo coração e pela constante busca de conhecimento e de aprimoramento, o magnetismo é o maior auxiliar, se não o melhor instrumento na ação contra as obsessões complexas. Através dos passes magnéticos aplicados na pessoa em tratamento, não somente pode ser destruída grande parte dos aparelhos usados pelos vampiros astrais – frequentemente mais superficiais, não entranhados no sistema nervoso da “vítima” (1) – , como os artefatos podem entrar em curto-circuito, coibindo os efeitos secundários do próprio vampirismo e de outras patologias obsessivas. Além de tudo isso, a pessoa submetida à aplicação do magnetismo pode ter recomposta a sua vitalidade, restaurado o ectoplasma, em déficit por causa do processo de roubo vital e, em muitos casos, pode ter reconstituída a fisiologia astral, reconfigurando-se sua estrutura psicobiofísica. Somente a ação conjunta desses diversos instrumentos poderá favorecer a melhoria da qualidade de vida do consulente. A apometria sozinha, sem o concurso do magnetismo – que, afinal, é a mãe, a fonte da qual se originam todas as técnicas, inclusive a apometria – , sem dúvida pode realizar algo, mas ficará incompleta, caso o indivíduo não se submeta a uma abordagem magnética correta. E olhe, filho, que mesmo assim, lançando mão desses recursos que temos a disposição, em alguns casos não se pode prescindir de apoio médico e psicológico para quem se fez vítima ou alvo mental de obsessões complexas.

(1) Segundo a teoria apométrica, possivelmente a única que se debruçou experimentalmente sobre o problema dos aparelhos parasitas, sua extração se geralmente se processa com o sujeito desdobrado (Azevedo, José Lacerda. Espírito /matéria. Porto Alegre: Casa do Jardim, 2005, p. 234-241). Questionado a esse respeito, o espírito Joseph Gleber afirma que, muitas vezes, artefatos implantados superficialmente – isto é, cujos vínculos com o sistema nervoso são tênues ou inexistem – podem sim ser desabilitados por meio de aplicação de passes magnéticos, sobretudo de grandes correntes e/ou de sopro. Não obstante, tudo depende do tipo de artefato, já que apresentam inúmeras variações. Como se vê o ex-médico e físico nuclear, responsável pela direção dos tratamentos espirituais nas instituições fundadas por Robson Pinheiro, ratifica a posição de Pai João, corroborada também pela prática nessas instituições.”                        
  

Após essa brilhante explicação, fica mais fácil exemplificar um dos vários casos que apareceu no grupo de apometria do qual faço parte e que se encaixa perfeitamente nesse caso de obsessão complexa. A pessoa atendida apresentava um processo obsessivo de longa data, engedrado por um grupo ligado a uma das muitas milícias de magos negros, feito a mando de um encarnado que serve como veículo a essas entidades pelo que foi apurado nos atendimentos. O objetivo dessa obsessão era fornecer fluido animalizado/ectoplasmático ao encarnado que realizou o mando do processo obsessivo, bem como alienar a vítima, evitando que ela descobrisse os reais motivos de alguns problemas e inquietações que sentia nos últimos meses.

Após o início do tratamento no grupo apométrico, me desdobrei conscientemente na mesma noite para dar prosseguimento no plano astral ao trabalho que fora iniciado naquele mesmo dia no centro, prosseguimento esse que inclusive ocorreu exatamente no centro, só que na sua contrapartida astral. Ao chegar perto da cadeira onde fica o paciente vi algo inusitado, algo que não tinha visto antes e muito menos lido, em qualquer literatura espírita ou espiritualista: um perispírito, com a forma de uma senhora, sentada na cadeira de atendimento, e tinha uma serpente próxima, com a boca cravada na jugular. Mesmo desdobrado de forma totalmente consciente, a serpente parecia quase invisível, acionando mecanismo para que não fosse detectada e mais surpreendente ainda: acionando algum mecanismo que mudou a forma do perispírito da vítima, que aparecia com a aparência de uma senhora mas que pude perceber, após rastrear a vibração mental daquele corpo astral que se tratava da pessoa que havia procurado o centro naquele dia. Na consulta seguinte essa pessoa inclusive nos informou que a vários meses volta e meia aparecia uma pequena espinha naquela região do pescoço onde via aquele aparelho estranho em forma de serpente cravando os dois dentes. Da mesma forma que sugava fluido animalizado/ectoplasmático, injetava uma substância, na ampla acepção da palavra um veneno no sistema nervoso da vítima para causar os sintomas de alienação. Isso confirma o trecho do livro do Robson : “Muitos artefatos, embora bizarros em sua estrutura etérica-astral...”

Realmente era algo bizarro, uma estrutura muito mais elaborada do que os simples chips que até hoje muitos centros espíritas julgam sequer existir. Outra questão levantada pelo texto é sobre a necessidade do magnetismo e isso o grupo apométrico do qual faço parte também pôde perceber, pois encaminhamos esse caso para um dia onde o nosso grupo contasse com mais médiuns, com a corrente de energia mais fortalecida.



O ideal nesses casos complexos é que o passista do grupo seja também magnetizador, se possível com algumas técnicas de auscultação psicométrica, pois precisará efetuar uma abordagem de intenso magnetismo junto à estrutura do corpo astral do paciente, dos fluidos ectoplasmáticos que permeiam sua própria aura para a aura do consulente, num verdadeiro choque anímico semelhante a corrente de intensa voltagem que irá agir não somente na revitalização da vítima como também na destruição das estruturas eletrônicas e parasitárias que porventura ainda estejam incrustadas no perispírito da vítima.


Como exposto no texto do Róbson, frequentemente os aparelhos são mais superficiais, nao entranhados no sistema nervoso da vítima. Entretanto, nos casos mais enraizados como esse que chegou ao grupo apométrico, é necessária uma ação direta de um passista magnetizador ou na ausência desse, de mais de um passista ao mesmo tempo, para que se tenha o choque anímico necessário.  

FONTE: José alencastro

Obsessão: As novas técnicas das Trevas e as formas de combatê-las (Parte II)



Raríssimos são os casos de obsessão que transformam os obsediados em “robôs”, na maioria das vezes é uma ação invasiva sim, mas que em boa parte ocorre e se mantém pela própria invigilância do obsediado. A ação desses seres que roubam energia dos encarnados é semelhante a dos ladrões encarnados que roubam dinheiro de outras pessoas, são igualmente “fichados” e julgados pela justiça superior, inclusive os magos negros e asseclas que servem de instrumento para a realização de certos resgates kármicos.

Além disso, as equipes espirituais assim como os guardiões (ou exús na Umbanda) que constituem uma verdadeira polícia do astral, agem da forma que é possível, inclusive encaminhando as pessoas necessitadas de ajuda para locais no mundo todo, onde apesar de não existir muitos centros espíritas ou espiritualistas a pessoa possa ser ajuda.

Aliás, a ajuda principal que uma pessoa pode receber é o esclarecimento de como buscar seu equilíbrio emocional, pois é o sincero despertar dessa vontade, de manter-se equilibrado, buscando hábitos saudáveis e muitas vezes simples, que garantem um poderoso antídoto, assim como uma profilaxia em relação as obsessões.

Os caminhos para buscar o esclarecimento sobre a espiritualidade estão disponíveis nas mais diversas formas em várias partes do mundo, sobretudo na forma como devemos agir em relação ao nosso próximo. Existe o Seicho no ie, tem o Budismo e outras dezenas de doutrinas que exaltam o amor e a espiritualidade, no entanto a maioria dos homens quando encarna prefere esquecer os compromissos que assumiram antes de encarnar e se emaranhar nas teias do materialismo e em todo tipo de desvio que os afaste de uma vida mais espiritualizada.

Não precisa ser espírita e muito menos médium com grandes potencialidades pra viver a espiritualidade, cultivar a paz de espírito, a alegria, a serenidade, a simplicidade e a vontade de ajudar as pessoas de forma desinteressada, sem esperar reconhecimento,glórias ou aplausos.

O segredo está em cultivar bons hábitos, hábitos simples.

Todas as culturas do mundo ensinam o valor da oração, da meditação, do jejum, do amor, da paz, mas quantos não preferem buscar caminhos contrários a esses?

Os chips e artefatos tecnológicos como bem informa o texto do Róbson, na sua maioria não são tão enraizados como esses casos Pra cada milícia ou grupo de espíritos falidos a serviço das milícias umbralinas dentro dos barzinhos e inferninhos existe um contingente de espíritos amigos pronto para intervir, mas como impedir se ninguém obrigou os “pobres” encarnados a buscar tais locais com as próprias pernas?

Quantas pessoas preferem cultivar o hábito de ligar para amigos ou parentes para reclamar da vida ou falar mal de outras pessoas, gerando assim cada vez mais lixo emocional e despejando no primeiro coitado que vê pela frente (quando não o faz num centro ou numa sessão de psicanálise) ao invés de buscar a troca saudável de elevadas idéias, com alegria, admiração pelas pequenas e grandes belezas da vida. Quantos que sinceramente buscam produzir menos lixo emocional (vibrações desequilibradas)? Quantos que sinceramente sabem se livrar do próprio lixo emocional sem atingir outras pessoas? Poucos, muito poucos, pois são exatamente os muitos que não cuidam da própria higiene emocional que abastecem o vasto tanque de lixo das trevas com formas pensamento desequilibradas, vibrações lascivas de todo o tipo, maledicências sem fim e ainda achavam que não teriam milhares de “lixeiros” sedentos por esse “precioso” material?

A vida é colorida mas parece que boa parte da  humanidade prefere criar um breu ao redor,  um breu fedorento diga-se de passagem, onde tudo é estafante, onde nada é suficiente, onde tudo é fugaz.

A própria humanidade criou a situação atual e se, infelizmente, ela prefere esquecer cada vez mais do próprio livre arbítrio, da própria vontade em buscar o espiritual ao invés da busca exclusiva pelos prazeres da materialidade, então cada vez mais ela terá que sentir o terrível aguilhão do despertar pela dor, pois o tempo da Terra de expiação está com os dias contados e as areias descem céleres pela ampulheta do destino.

Só assim quem sabe ela desperte pela dor a vontade da mudança moral que não conseguiu pelas inúmeras oportunidades. Muitas vezes é na inquietação, na tensão que saímos do estado de letargia e tomamos as rédeas do nosso próprio querer, domando os “cavalos” do instinto e expulsando pra fora da “charrete” os visitantes espirituais indesejados que nos sugam as energias e descontrolam os “cavalos”, mas pra isso é preciso querer, querer com vontade firme mudar e melhorar, buscar sinceramente a espiritualidade, num caminho que muitas vezes é uma estrada cheia de pedras, onde se exige trabalho e disciplina na própria reforma emocional, pois é isso que somos, seres emocionais e não robôs a serviço de outrem, mas enquanto agirmos como animais desembestados pelo caminho ou máquinas letárgicas condicionadas a velhos hábitos, não haverá Cristo que nos tire , pois ele espera o mínimo de vontade dos seus irmãos menores, sempre com a mão esticada mas para que levantemos e andemos e não para nos levar no próprio colo.       

Citei o exemplo dos cavalos como sendo o instinto. O instinto é controlado pelo intelecto, alem de ser o arquivo inconsciente de todas as ações que definem a personalidade integral do espírito e afetam tanto a razão (intelecto) como a emoção (sentimento), sendo essa tríade a inteligência, a mente inferior, que ligado a mente superior forma a consciência, o ser espiritual individualizado.


O ser humano por natureza é condicionado a hábitos, é quando seu intelecto (razão) decide seguir ou praticar determinada ação e essa ação acaba por se tornar um padrão, um hábito, ele ja realiza aquilo muito mais pelo hábito do que pela razão, sendo necessária uma ação firme sobre o intelecto para que mude o padrão pré estabelecido, que diga-se de passagem foi escolha da própria pessoa.

O que as obsessões por chips ou aparelhos eletrônicos fazem é justamente aproveitar as brechas em determinadas situações, de escolhas equivocadas que as pessoas fazem, para instalar aparelhos que estimulem padrões ou hábitos negativos, pois essa "ciência" já sabe que o ser humano é por natureza condicionado a hábitos.

O que torna difícil alguns casos em especial nas desobsessões é estimular que a razão, aliada a vontade (que por sua vez esta muito ligada a emoção, ao sentimento) quebre o ciclo vicioso criado pela própria pessoa (o habito negativo) e potencializado pela ação obsessiva mais complexos, são apenas formas mais simples e eficazes de potencializar o próprio desequilíbrio criado pelo encarnado, que aceita e se compromete a diversas provas antes de encarnar mas que muitas vezes acaba não tendo a vontade necessária para superar e reformar as más inclinações que cultiva ao longo da vida, ou melhor dizendo, das vidas.

Para cada possível obsessor, existe um anjo da guarda ou espírito amigo pronto pra guiar seu protegido.

FONTE: José Alencastro

Obsessão: As novas técnicas das Trevas e as formas de combatê-las (Parte III) Cirurgia de contenção parasitária



Vimos nos dois textos anteriores sobre as novas técnicas utilizadas nos processos obsessivos que pequenos aparelhos eletrônicos podem se tornar aparelhículos, agindo como verdadeiros parasitas astrais. A questão é qual técnica utilizar para desintegrar essa nanoaparelhagem que pode agir de forma muito negativa no sistema nervoso da vítima.

Normalmente os chacras mais afetados pela aparelhagem eletrônica utilizada nas obsessões são o laríngeo (na garganta), o frontal (entre os olhos) e o nucal (que possui ligação direta com o ajna através da glândula pineal) pois eles atuam desequilibrando o sistema nervoso e diminuindo a atividade do chacra coroa (topo da cabeça). Todos esses chacras estão diretamente ligados ao chacra umbilical e normalmente os aparelhos eletrônicos que atuam junto a parasitas astrais agem em conjunto no umbilical e em um dos três chacras do pescoço pra cima, causando os desequilíbrios que permitirão que o ectoplasma/fluido animalizado da vítima seja vampirizado através do chacra esplênico, situado logo acima do umbilical.

Primeiro de tudo: o médium passista que for transmitir energia ao paciente deve estabelecer uma “parceria” energética com pelo menos um médium que ficar na mesa durante o atendimento, pois nesses processos de cirurgia de parasitas astrais é necessária grande cota de ectoplasma, que normalmente nem mesmo um médium magnetizador sozinho possui. Esse ectoplasma será potencializado por energias em voltagem superior, trazidas pelos mentores, que usaram o ectoplasma que é um veículo energético mais denso para levar essa energia em alta vibração ao local afetado. O médium passista e os médiuns da mesa devem buscar a detecção dos pontos onde estão esses parasitas no cérebro perispiritual da vítima, normalmente aparecem com pequenos pontos escuros, que podem apresentar um brilho levemente avermelhado. O médium passista pode usar a técnica do arco voltaico para detectar e sentir os pontos onde esses parasitas estão, posicionando a mão esquerda por trás da nuca do paciente e a mão direita acima do frontal.

Conhecidos os locais mais afetados no cérebro perispiritual começa a atuação energética propriamente dita. A região afetada é congelada com uma luz azul (ver no link sobre os chacras porque do uso da luz azul), ou seja, os médiuns da mesa e o passista focalizam e mentalizam uma luz azul nesses pontos, pois essa luz desativará a ligação desses parasitas com os vasos do cérebro perispiritual, o congelamento visa justamente enfraquecer ao máximo a ligação desses parasitas detectados. Já detectados e afrouxados dos vasos do sistema nervoso ligado ao cérebro perispiritual, vem a etapa seguinte, quando os médiuns comandam a forma-pensamento de uma malha magnética , uma pequena rede plasmada, com furos bem pequenos, que ao passar pelo sistema nervoso no cérebro perispiritual age como um verdadeiro mata-borrão dos parasitas já congelados e afrouxados dos vasos sanguíneos do cérebro perispiritual. Essa rede feita com ectoplasma dos médiuns irá trazer os fluidos em alta vibração ou melhor dizendo, em alta voltagem dos mentores e exatamente esses fluidos irão fluir por toda a rede magnética , numa voltagem superior a atividade elétrica cerebral,  que permitirá assim a completa destruição dos parasitas, que são criados com tecnologia para suportar a atividade elétrica cerebral dos espíritos encarnados que não apresentam evolução de um mentor espiritual. Por esse motivo, quando a energia trazida pelos mentores na rede magnética age, os aparelhos parasitários são desintegrados. No entanto, para fazer isso é necessário o afrouxamento desses parasitas dos vasos sanguíneos do sistema nervoso ligado ao cérebro perispiritual, pois sem esse afrouxamento, a destruição dos parasitas pode causar lesões na estrutura perispiritual  o que futuramente pode causar seqüelas no próprio cérebro físico.

Quanto menores forem esses parasitas, mais constante e agudo será  o barulho (ouvido pelos médiuns audientes) da energia fluindo pela rede magnética, quanto maiores eles forem,  o barulho fluindo pela rede será mais intercalado e grave, pois terá um efeito de “arraste” com mais força e menos velocidade.     

FONTE: José alencastro

Os Iluminados Instrutores Espirituais que Vieram a Terra


 Não há dúvida de que Buda é um Instrutor de alta categoria espiritual, cujos ensinamentos extinguem as ilusões da mente e livram o homem do temor da morte. Ele também procurou confortar os desanimados, erguer os fracos e consolar os aflitos, pois sua mensagem tinha algo da "Boa Nova" pregada por Jesus. Jovem e príncipe, Buda não hesitou em renunciar aos fulgores e prazeres da corte de Kapilavastu, a fim de procurar a verdade redentora da vida humana. Ele advertiu que "a glória do mundo é como uma flor esplêndida pela manhã e murcha à tarde".


     Sua alma entristeceu-se diante das desilusões e das dores da existência humana, em que nada é duradouro e tudo termina aparentemente sob a laje fria da tumba. Depois de usufruir dos prazeres e do conforto próprios de sua estirpe real, ao tomar contato com as realidades do mundo além dos muros dourados da sua corte, ele viu em torno de si o nascimento e a morte, o fausto e a decadência, a vida e a dissolução da matéria. Em todas as atividades do mundo, Buda verificou o desejo e a decepção, o medo da dor e o medo da morte, a paixão e a frustração, o poder efêmero, a juventude fugaz, a velhice acumulada de sonhos desfeitos ou remorsos crepitantes. As glórias do mundo encerravam-se no subsolo da sepultura terrena.

    Espírito sadio e de alta estirpe sideral, não se consumiu no pessimismo e na descrença, nem se abateu diante do enigma triste da vida humana. Sua alma mereceu os louvores do Senhor, porque pesquisou, descobriu e ensinou que, embora "as coisas mudem sem cessar, há sempre uma verdade oculta e imutável, que dá realidade a essas mesmas coisas".


    Assim, a verdade estaria em tudo: na pedra, na planta e no animal, embora inconscientes. Porém, quanto ao homem, este já se "sente", já "sabe" da verdade, porque ele tem consciência de ser, de existir e de pensar. A razão dá-lhe um sentido nítido da vida; tem a consciência do eu; porém ainda engendra o egoísmo, a injustiça e a iniqüidade até descobrir que, acima do "eu inferior", forjado no mundo transitório das formas, existe o Eu Superior, espiritual e eterno, portanto a Verdade. E que, enquanto tudo é miséria no mundo de "Samsara"(Termo sânscrito, significa literalmente "ação de vagar";é a transição e a mutação contínuas; a passagem pelos mundos transitórios, que é o físico, o astral e o próprio mental, causa fundamental dos renascimentos na matéria e do sofrimento pela ignorância da verdade da vida espiritual), a Verdade proporciona a paz de espírito depois que ele vence o erro e "mata" o desejo, alcançando o "Nirvana"(É o oposto de Sansara; é um estado perene de consciência desperta, o autoconhecimento que liberta. Não é um estado de aniquilamento do ser, como a gota d'água se funde no oceano; porém, um estado de plena consciência espiritual; é a vida do Espírito liberto das limitações do tempo e do espaço, com o direito de trânsito livre no Infinito).

    Embora considerando-se a magnitude filosófica de Buda e sua passagem messiânica pela Terra, Jesus viveu toda sua existência subordinada ao Supremo Ideal de servir a humanidade sofredora; afora alguns momentos prazenteiros, que teve em sua infância, passou pela Terra em constante angústia e piedosa aflição por todo o sofrimento alheio.

    Enquanto os seus precursores ainda manifestavam "desejos" e se envolviam no "Maya", ou na ilusão de alguns prazeres da vida humana, Jesus foi absolutamente imune a qualquer apelo ou tentação da matéria. Eles só se devotaram ao messianismo da redenção e do esclarecimento do homem terreno, depois de experimentarem as seduções da vida carnal.

    Porém, o filho de Maria e José, desde o berço até à cruz, viveu na mais completa pobreza e entregue exclusivamente à tarefa de liberar os terrícolas das algemas do pecado. Buda e outros iluminados instrutores espirituais do Oriente saíram em busca da Verdade, depois de algumas desilusões da vida do mundo e quase preocupados com uma solução pessoal.

    Jesus, no entanto, desde sua infância viveu indiferente à sua própria felicidade, pois os seus sonhos e ideais só objetivaram a ventura alheia. Jamais ele procurou solver os mistérios da vida humana para contentar sua própria ansiedade. Todas as suas iniciativas visavam ao bem do próximo. Não era um filósofo aconselhando diretrizes extemporâneas, nem legislador enfileirando leis e punições para a atarantada humanidade, mas sim o companheiro, amigo fiel e generoso, que vivia minuto a minuto aquilo que ensinava e oferecia a própria vida em favor dos humildes e desgraçados. Considerava a humanidade a sua própria família.

    Moisés desposa a filha de um sacerdote mediasita e vive até 120 anos usufruindo os bens da vida humana. Zoroastro alcança honrarias na Terra e casa-se três vezes. Confúcio casa-se aos 19 anos, torna-se Ministro da China e desencarna aos 73 anos de idade, após alternativas de glória e de honras políticas. Finalmente, o próprio Buda, educado entre os prazeres e os fulgores da corte de Kapilavastu, casa-se com a bela prima Yosadara . Deixa o lar aos 29 anos e depois de longas meditações encontra a Verdade espiritual aos 35 anos, sob uma árvore de bô. Entretanto, Jesus, nascido em paupérrimo lar operário e participando de árduo serviço doméstico, sem a possibilidade de cultura que muitos precursores haviam recebido nos palácios afortunados, sente essa mesma Verdade Espiritual desde a infância, vive-a integralmente até o sacrifício na cruz.

    Embora oriundo de altas esferas angélicas, nem por isso o instinto natural do sexo humano deixou de acicatar o corpo jovem de Jesus, assim como a planta selvagem insiste e tenta dominar, com sua força agressiva, o enxerto da muda superior. No entanto, ele matou o desejo carnal e venceu o próprio "Maya", a Ilusão da vida humana, que Buda só fez aos vinte e nove anos, depois de desiludido dos prazeres do mundo e impressionado pelas chagas e mazelas do seu povo. Jesus, no entanto, foi casto durante toda sua vida, pois viveu uma só emoção, acalentou um só pensamento e teve um só desejo; a felicidade do próximo! Buda, embora fosse também um excelso e genial instrutor espiritual, primeiramente contentou os desejos do corpo e os bens do mundo. O seu messianismo, na verdade, iniciou-se depois da saturação dos seus sentidos físicos. Jesus, no entanto, subordinou toda sua existência ao ideal incessante de promover a felicidade dos homens. Sem dúvida, não houve desdouro para Buda, pelo fato de ter casado e procriado e só sentir-se desperto pelo fogo sagrado da vida espiritual depois que conheceu as dores e as ilusões da vida humana. No entanto, ninguém jamais foi tão heróico, puro e honesto na doação de sua vida ao próximo, como fez Jesus.

    Os iluminados que antecederam Jesus quase sempre foram de aspectos vigorosos e tipo bem nutridos, que pregaram a sabedoria com certo otimismo espiritual, sem muitas hostilizações do meio e dos homens, ao passo que o Mestre Galileu atravessou sua época qual junco batido pelos ventos gélidos das ingratidões humanas. Ele era um perfil delicado, tipo de anjo semifebril e angustiado no exílio terreno, a refletir em seu olhar as dores do mundo, a ignorância, a hipocrisia e a maldade dos homens. Diz a biografia de Buda que ele caiu em meditação e expirou tranqüilamente, depois de ter dito: "A destruição é inerente ao todo composto; porém a Verdade durará sempiternamente. Trabalhai com afinco por vossa libertação!"Jesus, no entanto, expirou na cruz, entre dores e sofrimentos acerbos, mas reunindo suas forças derradeiras e malgrado ser a vítima inocente da maldade humana no arremate de uma existência de incondicional amor aos homens, expressou-se assim:"Pai! Perdoai-lhes, porque eles não sabem o que fazem!"

    Em verdade, ele carregou nos ombros o fardo das mazelas humanas, enquanto a maioria dos gênios, sábios e santos tecia suas mensagens libertadoras no silêncio amigo do lar, no refúgio da Natureza ou no ambiente inspirativo dos conventos e das instituições fraternistas. Jesus gravou suas idéias e pensamentos ao vivo, dia a dia, minuto a minuto, sob o sol ardente, sob a chuva copiosa ou na terra escaldante; junto aos mendigos, prostitutas e publicanos; entre os leprosos, chagados e loucos. Os pobres, os miseráveis e os desesperançados foram a argamassa de sua edificação espiritual.

    Indiscutivelmente, o Mestre Jesus foi o Espírito de maior quilate jamais pousado na Terra, pois desde o seu nascer até morrer, ele viveu exclusivamente a idéia crística, representativa da Verdade e da Vontade do Pai.

    Jesus, tendo sido o sintetizador do ensino desses precursores, não veio, pois, criar coisas novas ou destruir coisas velhas, mas simplesmente consolidar o velho e puro ensinamento sempre latente na tradição religiosa dos templos. No próprio Sermão da Montanha ele o confirma, lembrando que não viera destruir os profetas, mas confirmar o que eles haviam dito. Isto quer dizer que seus ensinamentos devem ser aceitos incondicionalmente, despidos de vícios, de distorções, de dogmas, de prescrições ou de liturgias, pois representam uma libertação completa do modo de pensar e de viver.

    É óbvio que tudo o que já haviam dito Manu, Antúlio, Numu, Orfeu, Hermes, Rama, Zoroastro, Krishna, Buda, FoHi, Lao-Tse, Confúcio, Moisés, Pitágoras, Platão, Sócrates ou Maomé, ele o fez protestando veemente contra os aparatos cerimoniais e o exaustivo simbolismo, que sufocam a beleza pura do ensno doado pelo Alto. Seu olhar espraiou-se pelo mundo e mergulhou no passado, verificando, com tristeza, que a sementeira generosa do ensinamento divino era sempre asfixiada pelos homens com o luxo nababesco dos santuários faustoseos e dos sacerdotes que viviam da idolatria de todos os tempos. O seu Evangelho está implicitamente exemplificado no seu modo de amar e de viver. Aquele contínuo silêncio e o seu estoicismo ante a inutilidade de reagir contra a estupidez humana falam-nos com mais força do que a multiplicidade de palavras sentenciosas que lhe quiseram atribuir, copiando-as da boca de outros iniciados menores. A força eterna de Jesus - já o dissemos - situa-se fundamentalmente na sua incondicional proteção à pobreza, à desgraça, à infelicidade humana. Basta isso para reavivar-lhe novamente a beleza crística, pois o mundo desgraçado de hoje já compreendeu que só o Amor de Jesus o salvará!

Livro Sublime Peregrino - Ramatís

Como Reconhecer uma Fascinação

Normalmente o médium fascinado tende a se apresentar como alguém especial, pra dar mais “validade” as informações que ele traz. Seja como alguém que pertence a uma “casta especial” de guerreiros invencíveis da luz do universo, seja como um dos maiores magos negros de todos os tempos, seja como um ex faraó e o caso mais comum: como um ex ápostolo. A quantidade de gente do meio espiritualista que acha que foi Pedro, Paulo ou outro dos apóstolos é realmente preocupante.

Nos textos de um médium fascinado é facilmente observada uma grande carga de ego, ou seja, o texto ou mensagem não tem como objetivo principal trazer alguma mensagem edificadora (mesmo que traga em poucas linhas ou ainda cercada de alguns sofismas, ou seja, verdades envoltas a pequenas mentiras), mas tem como objetivo primordial exaltar a pseudo-força espiritual do médium, o colocando como alguém superior, como o salvador, aquele que tem o conhecimento pra “salvar” os seus “seguidores”. 

Sempre que leio algum médium, sobretudo aqueles conhecidos pelos relatos de viagens astrais, falarem que derrotaram falanges de milhares de magos negros ou centenas de dragões tão somente levantando as mãos ou se apresentando como membros importantes de exércitos de “exús” (os guardiões), fica fácil perceber como tem médium e canalizador presa fácil da própria vaidade e do próprio ego. 

Grandes médiuns, no sentido moral (que é o verdadeiramente importante) jamais se apresentarão como algum figurão do passado, mesmo que tenham sido. Um dos casos mais célebres e conhecido por poucos, que foram pesquisar as informações de Emmanuel nos registros akáshicos, é que Chico Xavier não foi na época de Jesus uma menina leprosa. Aliás, o apóstolo da caridade nascido no Brasil sempre fez questão de se apresentar de forma humilde, ocupando seu tempo em divulgar a doutrina da caridade e não em chamar os holofotes para a própria personalidade.

Outras idéias estranhas são facilmente percebidas em textos de médiuns/ canalizadores fascinados: destruição completa do planeta Terra, resgates em massa por naves extraterrestres após essa suposta destruição e o pior de tudo: que a próxima geração ou “raça” (uns falam em quinta, sexta, sétima raça que o parta) será de homens brancos, altos, esguios, com a “desculpa” de que esse é o tipo de “raça” que existe em outro planeta. Essas idéias de uma próxima raça, somente composta por brancos de olho claro lembra muito um triste período da historia da humanidade chamado nazismo. Aliás, o próprio discurso é bem semelhante: é preciso destruir toda a Terra para que então venha a “raça superior” que curiosamente tem características bem semelhantes a “raça superior” que Hitler apregoava, ou seja, é um verdadeiro absurdo. Essas idéias estão claramente vindas de magos negros que as usam sob uma nova roupagem de “ETs salvadores”, “destruição do globo” e “raça superior branca vinda de outro mundo” pra que essas velhas idéias horrendas sejam aceitas no meio espiritualista e por canalizadores/médiuns desavisados.

Outra questão é sobre os mestres ascensos. Sem dúvida existem, assim como possuem outros nomes, como mentores, espíritos de luz, enfim, a classe de espíritos de moral superior que se preocupa em auxiliar a Terra. Mas será que a maioria deles se apresentaria como pessoas brancas de olhos claros? A grande maioria das pinturas e gravuras sobre mestres ascensos, mais de 90% mostra sempre o mesmo padrão: seres alvos, altos, de olhos claros. Inclusive se observarmos algumas figuras desses mestres veremos que apresentam um olhar estranho, uma aparência que não mostra amor, bondade, porque simplesmente muitos desses espíritos que se apresentaram como mestres eram na verdade magos das trevas travestidos de anjos de luz. Podemos observar isso pelas expressões abaixo:




Reparem bem nesse suposto retrato do mestre ascenso Seraphis Bay ( digo suposto, pois certamente não é ele que apareceu pro médium  que desenhou essa figura). Reparem na expressão, no olhar, até certo ponto malicioso. O espírito que aí se manifestou não é um mestre ascenso, mas claramente um mago das trevas matreiro travestido de espírito de luz. Outro exemplo:

O que dizer do olhar "vidrado" do terceiro no canto superior direito? Esse tipo de olhar é técnica das mais rasteiras utilizadas por aprendizes e asseclas de magos das trevas para tentar emanar pulsos hipnóticos através do olhar visando alienar os mais incautos. Essas sete criaturas aí retratadas podem ser qualquer coisa, menos espíritos de luz.

Normalmente um espírito de luz se manifesta pra médiuns videntes em formas simples, seja a de um idoso com roupas simples, a de um homem comum com trajes simples, um preto velho. Essas aparições em massa de pessoas altas, de olhos claros é claramente a tentativa de implantar no inconsciente das pessoas que ser alto, de pele e olhos claros é sinônimo de evolução; estão totalmente erradas.

De posse dessas informações, possamos todos nós analisar com muito critério cada texto mediúnico, cada relato ou cada canalização, observando se existem esses padrões, pois é somente exercendo um filtro individual que cada um poderá reter o que é bom e descartar as informações que não trazem utilidade, até porque uma das técnicas mais comuns dos magos negros é utilizar sofismas, ou seja, trazer várias pequenas mentiras no meio de grandes verdades. Muita atenção e análise profunda e racional, de qualquer texto que for apresentado, pois nenhum médium ou canalizador está livre da possibilidade de um dia sucumbir ao próprio ego e a própria vaidade, comprometendo assim a missão a ele confiada.






Fonte: José Alencastro

Dragões e Magos Negros (parte I)

Dragões e magos negros, ditadores do abismo e senhores da escuridão, ultimamente estão sendo feitos amplos estudos sobre esses espíritos. Os primeiros relatos surgiram com a obra de Ranieri (amigo pessoal do Chico Xavier) conhecida como “O Abismo”, depois tivemos algumas outras obras, das quais eu acredito serem muito importantes os livro “Erg, O Décimo Planeta” do Roger Feraudy (que aponta o auge dos eventos catastróficos na Terra para bem próximo de 2036), além da trilogia do Robson Pinheiro “Legião”, “Senhores da Escuridão” e “A Marca da Besta”. Mostrando também um panorama dessas entidades, dois livros do Roger Paranhos “Atlântida no Reino da Luz” e “Atlântida no Reino das Trevas”. Obras de suma importância para conhecer esses seres. Vamos então começar analisando quem são Dragões, magos negros bem como o exílio planetário de Capela, o exílio após a destruição de Erg, bem como o atual momento que estamos passando onde ocorrerá mais um exílio planetário.

Dragões, também conhecidos como draconianos, possuem essa denominação não porque sejam fisicamente parecidos com os mitológicos dragões que cuspiam fogo, mas simplesmente porque possuem o pleno controle dos elementos, simbolizado pela figura do dragão, pois o animal dragão segundo a mitologia cuspia fogo, voava, andava sobre a terra e podia também mergulhar nas águas.Além disso estão acima dos magos negros, também conhecidos como reptilianos pela aparência escamosa e cheia de grossas feridas que os magos negros possuem no seu corpo astral, dando a eles uma aparência que lembra um réptil, sendo que o dragão segundo a mitologia foi o mais poderoso dos répteis que já existiram.




A origem dos Dragões remonta ao confronto milenar que ocorreu em tempos remotos entre esses espíritos e os habitantes de Erg. O mundo de origem dos Dragões ficava próximo a Erg e esses dois mundos ficavam entre Marte e Júpiter. Os Dragões iniciaram um confronto para tentar impor sua ascendência sobre os habitantes de Erg e com o conflito e não aceitação dos habitantes de Erg, esse planeta foi explodido durante o confronto, sendo hoje visível como o cinturão de asteróides que existe entre Marte e Júpiter.

Uma das razões que motivaram os Dragões a invadir Erg, foi a descoberta que seu mundo de origem que ficava próximo de Erg sofreria um grande processo de afastamento do sistema Solar, indo para outro sistema solar para que a vida naquele mundo passasse a ser mais materializada, tal como é na Terra hoje. Com a destruição de Erg, tanto os dragões como os espíritos de Erg que participaram ativamente do grande conflito acabaram sendo atraídos para a Terra.

Magos negros, também conhecidos como reptilianos, são originalmente os habitantes de Erg que participaram ativamente do grande conflito com os Dragões e vieram junto para a Terra com estes. Também conhecidos como magos negros estão alguns dos espíritos originários do sistema de Capela , que foram exilados para a Terra, porém um exílio mais recente que o dos magos negros vindos de Erg . Durante o conflito entre os dois povos da Atlântida (brancos do ocidente e vermelhos do oriente) a aproximadamente 12 mil anos, os capelinos se aliaram aos Dragões para combater os magos negros originários de Erg. O povo vermelho do Oriente contava com o apoio dos magos negros de Erg, enquanto que o povo branco do ocidente contava na sua maioria com capelinos aliados aos Dragões , apesar de existir um número pequeno de capelinos que se aliou aos antigos magos negros de Erg.

A vitória desse conflito na Atlântida foi do povo vermelho, pois apesar do maior conhecimento dos Dragões , estes estavam impossibilitados de atuar diretamente na terceira dimensão pois não aceitavam reencarnar , enquanto que os magos negros de Erg estavam alguns encarnados e atuando diretamente na terceira dimensão. Ao perceber que a derrota dos magos negros capelinos seria inevitável, os Dragões não deram prosseguimento ao conflito, inclusive se isolando para regiões mais inferiores no astral, abandonando o apoio aos magos negros capelinos, pois já sabiam que um grande acontecimento iria destruir a Atlântida e por conseqüência colocar fim a supremacia dos magos negros de Erg na Atlântida .

Esse abandono gerou a derrota dos magos negros capelinos que em sua maioria estavam no povo ocidental dos brancos, que foi subjugado pelo povo vermelho do oriente. Após a dura derrota que ambos os magos enfrentaram com a destruição da Atlântida, através da queda de um asteróide que afundou praticamente toda a Grande Ilha, estes se dividiram em grupos, disputando o controle das zonas umbralinas do astral e sua influencia nos povos encarnados na terceira dimensão da Terra. A partir desse ponto se iniciou uma aliança com os Dragões, que será relatada mais pra frente.

Exílio de Capela : a aproximadamente 12 anos um grande grupo de espíritos foi exilado do sistema de Capela, pois não acompanharam a evolução de um de seus mundos, que passava por um processo semelhante ao que a Terra irá passar em breves décadas, evoluiria mais um degrau na escada evolutiva dos mundos. Alguns de seus habitantes não acompanharam essa evolução, seja pelo apego excessivo ao materialismo, seja pelo distanciamento do aperfeiçoamento moral e dessa forma teriam que recomeçar seu ciclo reencarnatório em outro planeta, que no caso era a Terra. Mais relatos desse impressionante evento podem ser vistos nos livros “Os Exilados de Capela” (Edgard Armond), “A Caminho da Luz” (Chico Xavier pelo espírito de Emmanuel) e “Atlântida , no Reino da Luz” (Roger Paranhos, pelo espírito de Hermes). Nesse grupo de espíritos exilados vieram alguns com grande conhecimento na manipulação das energias ligadas a malha magnética planetária, que engloba tanto o fluido universal em diferentes formas como uma energia impregnada pela vitalidade de vegetais e animais ligadas ao principio material , uma espécie de fluido vitalizado, que poderia ser habilmente manipulado pelo uso de recursos mentais específicos e uso de materiais específicos como o ouro e cristais junto a elementais da natureza, uma espécie de “magia” que possibilitaria levitação e transmutação de elementos materiais que ficou conhecida por alguns como VRIL.

O mau uso durante a guerra entre os dois povos , bem como o uso dos catalizadores (pirâmides) de energia para manipular grandes fluxos tanto de energia vinda do astral como a vinda do centro do planeta, causou um desequilíbrio tamanho no planeta que um asteróide teve que cair na Atlântida para impedir que aquela tecnologia (criada pelos magos brancos durante a ultima Era de Ouro da Atlântida) fosse usada para causar guerras no resto do planeta. Com a queda do asteróide, a Terra inclinou seu eixo em alguns graus, o que causou também uma maior dificuldade em manipular a energia da malha magnética, que fluía de forma muito mais estável quando o eixo estava verticalizado (por isso da necessidade , segundo nos informa Ramatís, que o eixo da Terra volta a ser verticalizado para que possamos entrar na Era do Mentalismo e resgatar os conhecimentos milenares dos magos brancos da Atlântida em toda a sua amplitude).


Fonte:  José Alencastro 

Dragões e Magos Negros (parte II)

Atualmente a Terra passa por processo semelhante ao exílio planetário que ocorreu em Capela. A Terra deixará de ser mundo expiatório e passará a ser um mundo regenerado, onde apenas poderão reencarnar espíritos com um mínimo de desejo sincero pela reforma moral e pela fraternidade e paz entre os povos. Todo esse processo será descrito em outros textos, sobretudo na questão do ápice das transformações , que ocorrerão com conflitos entre nações e mudanças por desastres naturais, que auxiliarão no afastamento dos futuros exilados e impulsionarão os eleitos a se unirem pela reconstrução dos escombros do planeta.

Ainda sobre os magos negros e Dragões, o livro do Robson Pinheiro ("Senhores da Escuridão") expõe claramente, através dos relatos do Dragão, que na verdade os primeiros magos negros não foram os capelinos, mas sim os espíritos de Erg que tiveram seu mundo explodido e desejavam vingança contra os Dragões , responsáveis pela destruição de Erg.

Ambos os grupos de rebeldes vieram muito antes do que os capelinos, estes últimos também ficaram conhecidos (alguns) como magos negros, porém não  são os “originais”.

O que é dito pelo Dragão não menciona o conflito em especifico na Atlântida, mas basicamente o que ocorreu na guerra entre as duas raças, segundo o relato do Dragão, foi que os magos negros “originais”(os espíritos vindos de Erg que desejavam vingança) aceitaram, ao contrário dos Dragões reencarnar no planeta e começaram a agir diretamente no século final da Atlântida, quando o sistema social entrou em colapso, a aproximadamente 12 mil anos.

Os Dragões, que não aceitavam reencarnar, se aliaram então aos capelinos, dentre os quais surgiram também alguns magos negros, sem que entretanto tivessem o mesmo poder dos magos negros “originais” de Erg, que tinham ascendência direta sobre a raça vermelha e seu principal mago negro: Atlas, que futuramente viria a reencarnar como o cruel Menés e depois como Moisés, para iniciar sua regeneração em missão crística.

Após o conflito no plano físico, que resultou no afundamento da Atlântida, tanto os magos negros “originais” de Erg como os magos negros capelinos continuaram atuando nas zonas astrais, enquanto que os Dragões, por não aceitarem a reencarnação, e por não terem mais a possibilidade de continuar nas zonas umbralinas mais próximas a superfície devido aos graves problemas na sua retina perispiritual e crescente diluição da estrutura atômica do seu corpo astral, tiveram que ir para as zonas mais inferiores, conseguindo atuar nas zonas astrais próximas a superfície onde estavam os magos apenas por irradiação mental, já que o centro da sua consciência estava exilados às zonas abissais.

Longe disto ter sido uma vitória dos magos negros “originais”, pois estes sabiam que só triunfaram nas zonas umbralinas próximas a superfície pela desistência dos Dragões em reencarnar. E além disso os magos negros originários de Capela também estavam nessas zonas umbralinas mais superficiais , sendo que os “originais” de Erg sabiam que o conhecimento dos Dragões era mais amplo que o conhecimento deles (os magos negros vindo de Erg) e que esse conhecimento poderia ser decisivo para ajudar os magos negros capelinos a sobrepujar a autoridade dos magos negros de Erg no astral umbralino.

Como o desejo de ambos os magos negros (tanto de Capela como Erg) era somente poder e controle, os magos negros de Erg (os “originais”) buscaram uma aliança com os Dragões, sabendo que estes estavam exilados em zonas abissais, para que tivessem posse de um conhecimento mais amplo, que eles magos não tinham. Para os Dragões interessava e interessa essa aliança , não pela simples questão de poder e controle, pois seu real desejo é abandonar a Terra, com o intuito de retornar ao seu mundo de origem (que sequer está no nosso sistema solar).

Para isso, eles sabem que atualmente só existe um caminho: realizar o mesmo que fizeram em Erg, só que na Terra. Para tanto, os Dragões se utilizam dos magos negros como emissários de suas técnicas milenares, visando expandir a descrença, o medo, o materialismo, a depressão em toda a raça humana. A diferença básica entre magos negros e Dragões é que os magos buscam o poder e controle através das sensações que a Terra pode proporcionar, que a matriz corporal da Terra proporciona. Isso, os Dragões já abandonaram a muito tempo, pois nem corpo astral possuem mais, seu desejo de poder e dominação é mais amplo e não está em permanecer e controlar a Terra, mas sim destruí-la como forma de libertação.

Não é a toa que varias religiões e canalizações espiritualistas relatam o “fim do mundo” como a destruição física, pois são religiosos e médiuns que acabam sendo diretamente influenciados pela ação coercitiva e sutil dos magos negros que exploram habilmente os medos mais profundos das pessoas e transmitem a vontade dos Dragões: que o planeta Terra seja simplesmente extinto.

A necessidade do exílio planetário está justamente em isolar essas duas categorias de seres, juntamente com os espíritos que não demonstram o menor desejo de buscar uma modificação moral. Dois terços aproximadamente dos espíritos que vivem na aura terrestre entre os dois planos não tem o mínimo desejo de modificação. Um terço mostra algum interesse e esforço sincero nessa mudança e são esses que irão permanecer reencarnando na Terra, só que sem mais a ação dos espíritos milenares e os dois terços que se deixaram levar por eles, o que irá possibilitar com essa mudança uma ruptura total com os paradigmas que vivemos atualmente, tanto sobre o entendimento sobre o que é o Estado, o que é a propriedade e o que é a globalização, mudando toda a estrutura da sociedade e economia e sobretudo das religiões.


Fonte:  José Alencastro 

Dragões e Magos Negros (parte III) A Queda da Atlântida


Nos dois textos anteriores foi explicado um pouco sobre a origem dos dragões e magos negros (os magos da escuridão, que são também conhecidos por magos negros pela preferência em usar roupas em tons mais escuros, demonstrando oposição à luz), a indicação de algumas obras sobre o assunto e a questão do exílio planetário.

Nesse texto buscarei esclarecer, segundo meu entendimento, alguns dos eventos finais que envolveram a Atlântida, bem como o desenrolar no resto do planeta, tanto do período final da guerra entre as duas populações atlantes (brancos e vermelhos) como a colonização realizada pelos sobreviventes atlantes, que levaram significativo avanço tecnológico a várias partes do planeta.

A Atlântida da última Era de Ouro (período que demarca o apogeu dessa civilização nos últimos 12 séculos antes da chegada dos capelinos exilados à Atlântida para as suas primeiras encarnações no orbe terrestre) era reduto de espíritos de grande moral e de grande conhecimento, sobretudo na manipulação do fluido universal através do uso de cristais e de metais como o ouro e o orichalco, tecnologia criada pelos magos atlantes que encarnaram durante essa última Era de Ouro e ficaram conhecidos como magos brancos em virtude das vestes que usavam na cor branca. Foi justamente o reencarne em massa na Atlântida de espíritos exilados de Capela que precipitou o fim da Era de Ouro.

Tanto o fluido universal e o orichalco foram usados de forma negativa pelos rebeldes capelinos encarnados na Atlântida na guerra entre os dois povos. Como a manipulação do vril (fluido universal controlado mentalmente) era restrita a um seleto grupo de magos negros nesse conflito, os líderes dos dois povos arranjaram uma forma de proteger e dar força de ataque aos exércitos com atlantes que não dominavam o vril e essa forma foi exatamente o orichalco, talhado na forma de armaduras que respondiam bem na defesa a ataques de vril, pois foi a manipulação do fluido universal que deu origem ao orichalco.

Material leve e extremamente resistente, o orichalco além de resistir a ataques vindos de magos negros (que manipulavam amplamente o vril) tinha outra vantagem e talvez tenha sido essa a decisiva para que o povo dos vermelhos, liderados por Atlas, tenha vencido o conflito entre os dois povos: era um material com propriedades semelhantes aos cristais de quartzo, ou seja, podiam ser programados e foi exatamente essa ampla programação que foi realizada pelo maior mago das sombras que estava encarado naquela época na Atlântida, no povo vermelho: Atlas.
Além disso, Atlas possuía ampla ascendência mental sobre o povo vermelho, que o admirava como um verdadeiro líder e isso facilitava uma egrégora mental muito forte e amplamente usada por ele no confronto contra o exército e magos negros da população de etnia branca.

A vantagem do exército de Atlas era tão absurda, em virtude dessa ampla programação das armaduras e da egrégora mental que envolvia seu exército, que numa atitude desesperada, o líder do exército dos brancos, Gaderius, tentou invadir a Grécia para conseguir um contingente maior de homens que pudessem usar as armaduras de orichalco e assim, quem sabe, ter alguma chance contra o exército de Atlas.

Aproveito aqui para corrigir uma informação que coloquei no primeiro texto (parte I), pois na verdade o povo formado pelos atlantes de etnia vermelha não ficava a oriente da Atlântida, mas sim a ocidente, enquanto que os atlantes de etnia branca, liderados por Gaderius, é que viviam a oriente. O ocidente da Atlântida dava para os territórios das Américas, enquanto que o oriente para a Europa e África, isso explica o desenvolvimento das etnias européias, entre terrícolas e descendentes da etnia atlante branca, enquanto nas Américas essa influência foi predominante da etnia atlante vermelha, justamente por eles estarem no lado ocidental da Atlântida.



Atlas era um mago das sombras tão poderoso na manipulação do vril e na manipulação hipnótica que nem todos os magos negros da etnia branca juntos poderiam fazer frente a sua força descomunal, até porque ele usava habilmente a egrégora energética criada pelo povo vermelho que o amava e admirava; diferente do líder da etnia branca Gaderius que não possuía esse carisma junto ao seu povo. Apesar de ser um mago das sombras, Atlas sabia que somente o amor incondicional do seu povo é que poderia dar a força necessária para que enfrentasse a guerra contra a etnia atlante branca e vencesse.

Atlas ficou conhecido como o mitológico Hércules, descrito na mitologia como “um viril guerreiro com uma clava, de pele bronzeada e grande barba, que se utilizava de trapaças e truques a seu favor e que deixou o mundo seguro para a humanidade após destruir diversos “monstros” e também como o mitológico Poseidon , senhor supremo da Atlântida ou Poseidonis, visto como um Deus pelos gregos após salvá-los das tropas de Gaderius. Inclusive a descrição física de ambos, Poseidon e Hércules é bem semelhante, ambos possuem aspecto forte, barba vasta e seguram em uma de suas mãos objetos semelhantes, Hércules um clave e Poseidon um tridente.



Após os vermelhos derrotarem por completo o exército de Gaderius, muitos atlantes da etnia vermelha permaneceram na região, dando origem a diversos povos, como os etruscos e os bascos, no entanto a maioria preferiu retornar a Atlântida. Sobreviventes da etnia atlante dos brancos se juntaram a um grupo de atlantes também da etnia branca que havia fugido de barco da Atlântida perante a certeza da derrota para os vermelhos. Os atlantes brancos se aglomeraram então na Península Balcânica (Bálcãs) a sudeste da Europa e assim, nos séculos seguintes junto aos remanescentes da civilização do Hiperbóreo (atual Groenlândia) que já viviam no continente europeu, se iniciou o desenvolvimento majoritário dos árias na Europa.

A guerra entre os dois povos atlantes, vermelhos e brancos, tinha algumas peculiaridades. Gaderius, líder dos brancos, desejava exterminar toda a população dos vermelhos quando vencesse o confronto, enquanto Atlas não tinha esse mesmo desejo, apenas acreditava que a única forma de defender a sobrevivência dos vermelhos na Atlântida seria exterminando o líder e o exército dos atlantes brancos e foi exatamente isso que Atlas fez, pois logo após a vitória sobre os brancos ele não permitiu que a civilização vermelha realizasse uma chacina sobre os cidadãos atlantes da etnia branca que viviam no lado oriental da Atlântida

Esse desejo praticamente insano de extermínio que dominava Gaderius advinha da aliança que ele realizou com os Dragões ( descrito na parte I desse texto), que eram e são seres interessados na destruição do planeta, diferentemente da maioria dos magos negros, que desejavam exercer um controle sobre grupos de espíritos encarnados e desencarnados. O que motivou a Alta Espiritualidade a destruir a Atlântida através da queda de um meteoro vermelho no continente atlante, foi basicamente impedir que a energia advinda do Sol Negro(descrito na página 66 do livro “Atlântida no Reino das Trevas”, Editora do Conhecimento) pudesse se espalhar na dimensão física da Terra.
O Sol Negro é uma poderosa egrégora (um foco central onde são canalizadas emanações mentais que criam um campo, uma forma pensamento que absorve todas as energias que se alinham aquela vibração, bem como alimenta energeticamente o espírito que dela saiba usar e manipular) desenvolvida pelos Dragões assim que eles foram exilados pra Terra após o evento em Erg, sendo que essa egrégora emana matéria astral (antimatéria, pra entender mais sobre antimatéria falo sobre ela nesse texto: 



Essa matéria astral emanada pelo Sol Negro apresenta intensa radiação atômica, e seria capaz de desagregar a matéria da dimensão material em proporções inimagináveis, como se agisse como um micro buraco negro, caso chegasse à dimensão física.


Sabendo disso, os magos da luz (também conhecidos como magos brancos, pois se vestiam com roupas brancas e não por serem de determinada etnia) que viviam na Atlântida selaram o intenso fluxo de vril que partia do cume da grande pirâmide Atlanteana feita com cristais, para impedir que ele fosse usado no conflito entre os dois povos atlantes. Após o final da guerra, com Atlas reinando sobre toda a Atlântida esse fluxo, que havia sido corrompido durante a guerra, estava agora nas mãos da civilização vermelha e apesar do carisma e esforços de Atlas pra evitar um genocídio contra o povo atlante branco, cada vez mais rebeldes capelinos, encarnados no povo vermelho, começavam a se insuflar desejando vingança completa pelos anos de guerra entre os dois povos.
Com o crescente sentimento de vingança sendo alimentado dentro do próprio povo vermelho e a insistência de Atlas em não realizar um genocídio sobre o povo branco, logo surgiu uma conspiração entre os próprios vermelhos para eliminar Atlas, que já se preparava para deixar o poder após aqueles anos de luta, deixando o reinado da Atlântida e seus estados-governo na mão de uma de suas filhas, que era sacerdotisa do vril. No entanto ambos, Atlas e a futura rainha, ja pressentiam que o fim da Atlântida estava próximo.   

No meio desse processo, dias antes da queda do meteorito vermelho na grande Poseidônis, um grupo de vermelhos descobriu a “pirâmide inversa”, uma formação feita de matéria astral (antimatéria) que tinha as mesmas dimensões da Grande pirâmide Atlanteana, só que com o cume apontando pro centro do planeta e era usada na última Era de ouro pelos magos da luz em diversos processos tecnológicos para o bem da civilização atlante, mas que vinha sendo estudada nos anos finais de vida de Gaderius como forma de captar a energia do Sol Negro dos Dragões.

Gaderius apenas não iniciou o uso dessa captação do Sol Negro pois não soube como manipular essa energia enquanto era vivo, pois sabia que se perdesse o controle, a energia causaria uma intensa destruição nas imediações da Grande Pirâmide, que estava exatamente no território do povo branco, o que poderia causar a destruição completa do seu reino durante a guerra que travou com Atlas.

Os vermelhos que desejavam tirar Atlas do poder resolveram ativar a pirâmide inversa, mesmo sem ter o conhecimento pleno de como manipular aquela energia, pois sabiam que essa energia seria capaz de atingir Atlas ou qualquer outra pessoa à distância, além de iniciar um processo de destruição onde os atlantes brancos viviam.

Foi essa ativação a razão da morte de Atlas e a responsável por um processo irreversível na grande pirâmide Atlanteana, que deu início  a emanação de cada vez mais radiação do Sol Negro, que era parcialmente bloqueada pela programação existente nos cristais da grande pirâmide, feita na época de ouro pelos magos da luz e não havia sido ainda corrompida totalmente.

A radiação começou a se espalhar rapidamente mesmo com o bloqueio parcial, pois os vermelhos não tinham o conhecimento necessário pra controlar aquela energia, que vinha das profundezas da escuridão.

A anarquia se instalou na Atlântida, pois os conspiradores vermelhos começaram a realizar uma chacina tanto entre membros da civilização dos brancos como os próprios vermelhos que fossem fiéis aos ideais do já falecido rei Atlas e de suas filhas.

A sacerdotisa e filha escolhida por Atlas para ser a rainha dos atlantes foi morta e outras duas foram “ofertadas” aos deuses (os rebeldes capelinos eram politeístas), acorrentadas num dos portos atlantes para tentar acalmar a ira da natureza que já convulsionava, pois terremotos e vulcanismo começaram a se tornar intensos com o grande desequilíbrio energético produzido pela Grande Pirâmide.
Somente o intenso calor da lava vulcânica somada à pressão que a pirâmide sofreria quando estivesse afundada a kilômetros no oceano seria capaz de conter aquele verdadeiro portal aberto para o “inferno” e foi exatamente isso que aconteceu: o meteoro vermelho caiu sobre a Atlântida com um impacto tão violento que rachou a placa tectônica abaixo do território atlante, produzindo inundação por magma dos vulcões e depois da água do oceano invadindo o território que afundava em 2 grandes pedaços.
Foi a única forma de selar a expansão energética da energia advinda do Sol Negro através da grande pirâmide atlanteana, que permanece restrita atualmente ao Triângulo das Bermudas, causando apenas alguns desequilibrios magnéticos na região .      

Podemos, por fim , lembrar ainda a mitologia grego-romana (que inclusive coloca Poseidon como uma divindade de origem etrusca) nos informando que “Poseidon teve de enterrar seus filhos, tamanha suas atrocidades, para assim evitar maior castigo”, o que denota de forma velada o afundamento da Atlântida/Poseidônis em virtude do grande desregramento dos capelinos rebeldes encarnados na Atlântida, a terra do rei Atlas.


Outra informação interessante, contida no livro “Atlântida no Reino das Trevas” é o formato do trono do grande rei, exatamente na página 260, descrevendo um trono que continha em cada um dos dois braços, a cabeça de um leão esculpida. “Coincidentemente”, Hércules é retratado na mitologia revestido pela pele de um leão inteiro com a cabeça do leão normalmente sobre seu ombro ou sobre sua cabeça. O leão era o símbolo da liderança de Atlas sobre o povo vermelho, que diferentemente do povo branco que era imberbe, possuíam os vermelhos vasta e espessa barba e corpo muito mais atlético, outra diferença da população dos atlantes de etnia branca, que eram esguios e com traços físicos mais refinados. O trono do rei atlante e a própria construção da Esfinge pelos atlantes no formato de um gigantesco leão inteiro (que teve a cabeça quebrada após o violento tsunami que atingiu o vale de Gizé quando do afundamento da Atlântida) atestam a supremacia dos vermelhos e do seu rei Atlas no período final da civilização atlante.

Fonte: José Alencastro

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