A guia é um elemento de ligação entre o médium e o espírito ou vibração. Imanta-se um campo de força nela centralizado, criando uma eficiente proteção contra eventuais energias negativas. Ela se torna um pára-raios, ou melhor, um pára-energias. Às vezes ela arrebenta pela atração de energias negativas e forte. Essa pequena guia serve para o médium, como para invocar e atrair energia negativas, num ato de caridade em relação aos outros. Elas devem ser fechadas com duas firmas que concentram a polaridade positiva e negativa. Poderão ter, presas, uma cruz de aço, ou outro emblema ou ponto riscado dado pelo seu Guia, ou Guia da casa em que você trabalha.
A guia deve ser feita de acordo com a vontade do
Guia que a solicite. Guia não é colar e, muito menos, enfeite. Existem
vários tipos de guias. As guias dos orixás do médium, que são feitas com
contas da cor cultuada pelo terreiro. São contas de cristal ou louça, e
suas miçangas podem ser distribuídas com bom gosto. Mas jamais
exageradas ou grande. Deve ser usada pendurada no pescoço e nunca
atravessada no ombro, pois isto é coisa para quem tem cargo e assim é
determinado. Atravessar Guia simboliza chefia. As guias podem conter
sementes de capiá, também conhecida como lágrimas-de-Nossa-Senhora,
outras sementes como coronha (olho-de-boi), bambús, olho de caboclo,
conchas e outros elementos marítimos e até penas coloridas, tudo de
acordo com a solicitação da entidade, autorização do Templo e conforme a
sua origem.
Os pretos-velho, normalmente, são mais simples em suas guias. Gostam de muita simplicidade e preferem a guia inteira de sementes de capiá e poucos elementos.
Os pretos-velho, normalmente, são mais simples em suas guias. Gostam de muita simplicidade e preferem a guia inteira de sementes de capiá e poucos elementos.

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